Tanto o mercado brasileiro quanto o internacional, nos dias de hoje, são consumidores de extratos naturais específicos para vários recursos. No Brasil é uma tendência, mas será que para os outros países também é?

Extrato natural de Cúrcuma

Se levarmos em consideração essa onda mundial em busca de alimentos mais saudáveis, sim. Basta olhar para todas as estatísticas divulgadas pela indústria e verificar como o mercado de nutracêuticos e orgânicos vem crescendo a um ritmo acelerado em todos os países, incluindo os Estados Unidos, local que até pouco tempo atrás era visto como o “paraíso de junk food”.

Dados do Nutrition Business Journal, por exemplo, indicam que este mercado superou 28,4 bilhões dólares em 2012, o que representa 4% da indústria de alimentos. O Brasil, inclusive, começou a plantar chia, um grão andino tradicional da América e que entrou na moda junto com a quinoa, por concentrar uma série de nutrientes, como ácidos graxos, fibras e proteínas.

Segundo pesquisa realizada em 2012 pela Euromonitor, o mercado global de produtos saudáveis (funcional, orgânico e outros) deve chegar a um trilhão de dólares até 2017.

“As discussões sobre o mercado de nutracêuticos no mundo me leva a crer que o Brasil, e a América do Sul como um todo, tem um enorme potencial de crescimento nesse setor”, disse Chris Lee, diretor da Vitafoods South America. Estabelecimentos comerciais que oferecem esse tipo de alimento estão se proliferando, especialmente nas grandes cidades. “Unir essa demanda, ao território propício a plantação faz com que o país possa se consolidar como um dos principais mercados, tanto na produção como no consumo de alimentos saudáveis”, diz Lee.

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